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April 10, 2026
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"I realized that choosing a building or any kind of built structure immediately gave me a righteousness of place. Architecture rooted the work in the place and had an amazing other quality, which is that, particularly with public buildings, everybody knows them; they belong to everybody in the city."
"I think it’s time to start looking at these buildings as African architecture and no longer putting these tags of Modern architecture from colonial times. Of course, you will never take that history away, but they’ve now belonged to the people that are living in them for much longer than they did during colonial times and so they should be seen as African architecture."
"Ângela Ferreira occupies a special position in the history of artistic approaches to archival practices. One of the pioneers of research-based strategies at the very beginning of the 1990s—before these strategies had a name and long before they became a widespread (sometimes jaded) paradigm—the artist also applied her archival impulse as a new critical tool for sculpture, rooted in expanded and ethnographic procedures. But what marks Ferreira out in the contemporary art world is that her work often concerns the region of sub-Saharan Africa and, more specifically, South African and Mozambican realities inflicted by the troubled history of colonization, post-colonization, and apartheid."
"Tenho por ti uma paixão Tão forte tão acrisolada, Que até adoro a saudade Quando por ti é causada"
"Que filtro embriagante Me deste tu a beber? Até me esqueço de mim E não te posso esquecer..."
"Sonho que sou a Poetisa eleita, Aquela que diz tudo e tudo sabe, Que tem a inspiração pura e perfeita, Que reúne num verso a imensidade!'Sonho que um verso meu tem claridade Para encher todo o mundo! E que deleita Mesmo aqueles que morrem de saudade! Mesmo os de alma profunda e insatisfeita!"
"Beija-me as mãos, Amor, devagarinho... Como se os dois nascessemos irmãos, Aves cantando, ao sol, no mesmo ninho...'Beija-mas bem!... Que fantasia louca Guardar assim, fechados, nestas mãos, Os beijos que sonhei pra minha boca!"
"Ser poeta é ser mais alto, é ser maior Do que os homens! Morder como quem beija! É ser mendigo e dar como quem seja Rei do Reino de Áquem e de Além Dor!'É ter de mil desejos o esplendor E não saber sequer que se deseja! É ter cá dentro um astro que flameja, É ter garras e asas de condor!'É ter fome, é ter sede de Infinito! Por elmo, as manhas de oiro e de cetim... É condensar o mundo num só grito!'E é amar-te, assim, perdidamente... É seres alma, e sangue, e vida em mim E dizê-lo cantando a toda a gente!"
"Ponho-me, às vezes, a olhar para o espelho e a examinar-me, feição por feição: os olhos, a boca, o modelado da fronte, a curva das pálpebras, a linha da face... E esta amálgama grosseira e feia, grotesca e miserável, saberia fazer versos? Ah, não! Existe outra coisa... mas o quê? Afinal, para que pensar? Viver é não saber que se vive... Porque me não esqueço eu de viver... para viver?"
"As tuas mãos tacteiam-me a tremer... Meu corpo de âmbar, harmonioso e moço É como um jasmineiro em alvoroço Ébrio de sol, de aroma, de prazer!"
"Meu amor! Meu amante! Meu amigo! Colhe a hora que passa, hora divina, Bebe-a dentro de mim, bebe-a comigo! Sinto-me alegre e forte! Sou menina! [...] E à volta, Amor... tornemos, nas alfombras Dos caminhos selvagens e escuros, Num astro só as nossas duas sombras!..."
"Se tu viesses ver-me hoje à tardinha, A essa hora dos mágicos cansaços, Quando a noite de manso se avizinha, E me prendesses toda nos teus barcos... [...] E é como um cravo ao sol a minha boca... Quando os olhos se me cerram de desejo... E os meus braços se estendem para ti..."
"Tudo é tranquilo e casto e sonhador... Olhando esta paisagem que é uma tela De Deus, eu penso então: Onde há pintorOnde há artista de saber profundo, Que possa imaginar coisa mais bela, Mais delicada e linda neste Mundo?"
"Eu quero amar, amar perdidamente! Amar só por amar: aqui... além... Mais Este e Aquele, o Outro e toda a gente... Amar! Amar! E não amar ninguém! [...] Quem disser que se pode amar alguém Durante a vida inteira é porque mente!"
"Todas as minhas cartas de amor não são mais que a realização da minha necessidade de fazer frases."
"As almas das poetisas são todas feitas de luz, como as dos astros: não ofuscam, iluminam..."
Heute, am 12. Tag schlagen wir unser Lager in einem sehr merkwürdig geformten Höhleneingang auf. Wir sind von den Strapazen der letzten Tage sehr erschöpft, das Abenteuer an dem großen Wasserfall steckt uns noch allen in den Knochen. Wir bereiten uns daher nur ein kurzes Abendmahl und ziehen uns in unsere Kalebassen-Zelte zurück. Dr. Zwitlako kann es allerdings nicht lassen, noch einige Vermessungen vorzunehmen. 2. Aug.
- Das Tagebuch
Es gab sie, mein Lieber, es gab sie! Dieses Tagebuch beweist es. Es berichtet von rätselhaften Entdeckungen, die unsere Ahnen vor langer, langer Zeit während einer Expedition gemacht haben. Leider fehlt der größte Teil des Buches, uns sind nur 5 Seiten geblieben.
Also gibt es sie doch, die sagenumwobenen Riesen?
Weil ich so nen Rosenkohl nicht dulde!
- Zwei außer Rand und Band
Und ich bin sauer!